Conteúdos programáticos do 11.º ano

Eis os conteúdos programáticos do 11.º ano que fazem parte do Programa de História A, organizados em módulos, e que serão objeto explícito de avaliação no exame nacional, a par dos de 12.º ano.

 Os conteúdos a negrito são de aprofundamento.

Módulo 4 – A Europa nos séculos XVII e XVIII – sociedade, poder e dinâmicas coloniais (Vol.1)

  1. População da Europa nos séculos XVII e XVIII: crises e crescimento

2. A Europa dos Estados absolutos e a Europa dos parlamentos

2.1. Estratificação social e poder político nas sociedades de Antigo Regime

A sociedade de ordens assente no privilégio e garantida pelo absolutismo régio de direito divino. Pluralidade de estratos sociais, de comportamentos e de valores. Os modelos estéticos de encenação do poder.         

Sociedade e poder em Portugal: preponderância da nobreza fundiária e mercantilizada. Criação do aparelho burocrático do Estado absoluto no século XVII. O absolutismo joanino.

2.2. A Europa dos parlamentos: sociedade e poder político

Afirmação política da burguesia nas Províncias Unidas, no século XVII. Grotius e a legitimação do domínio dos mares.

Recusa do absolutismo na sociedade inglesa; Locke e a justificação do parlamentarismo.

3. Triunfo dos Estados e dinâmicas económicas nos séculos XVII e XVIII

3.1. O reforço das economias nacionais e tentativas de controlo do comércio. Reforço das economias nacionais: o Mercantilismo em França e o sistema mercantil em Inglaterra. O equilíbrio europeu e a disputa das áreas coloniais.

3.2. A hegemonia económica britânica: condições de sucesso e arranque industrial (os progressos agrícolas; o crescimento demográfico e a urbanização; a criação de um mercado nacional; o alargamento do mercado externo; o sistema financeiro. O arranque industrial (o setor algodoeiro; a metalurgia; a força do vapor; um tempo de mudança.

3.3. Portugal – dificuldades e crescimento económico

Da crise comercial de finais do século XVII à apropriação do ouro brasileiro pelo mercado britânico (o surto manufatureiro; a inversão da conjuntura e a descoberta do ouro brasileiro; a apropriação do ouro brasileiro pelo mercado britânico).

A política económica e social pombalina. A prosperidade comercial de finais do século XVIII.

4. Construção da modernidade europeia

4.1. O método experimental e o progresso do conhecimento do homem e da natureza.

4.2. A filosofia das Luzes: apologia da razão, do progresso e do valor do indivíduo; defesa do direito natural, do contrato social e da separação dos poderes.

4.3. Portugal o projeto pombalino de inspiração iluminista: modernização do Estado e das instituições; ordenação do espaço urbano; a reforma do ensino.

Módulo 5 – O Liberalismo – Ideologia e Revolução, modelos e práticas nos séculos XVIII e XIX (Vol.2)

1. A revolução americana, uma revolução fundadora

Nascimento de uma nação sob a égide dos ideais iluministas.

2. A revolução francesa – paradigma das revoluções liberais e burguesas

2.1. A França nas vésperas da revolução.

2.2. Da Nação soberana ao triunfo da revolução burguesa: a desagregação da ordem social de Antigo Regime; a monarquia constitucional; a obra da Convenção; o regresso à paz civil e a nova ordem institucional e jurídica.

3. A geografia dos movimentos revolucionários na primeira metade do século XIX: as vagas revolucionárias liberais e nacionais.

4. A implantação do liberalismo em Portugal

4.1. Antecedentes e conjuntura (1807 a 1820).

4.2. A revolução de 1820 e as dificuldades de implantação da ordem liberal (1820-1834); precariedade da legislação vintista de caráter socioeconómico; desagregação do império atlântico. Constituição de 1822 e Carta Constitucional de 1826.

4.3. O novo ordenamento político e socioeconómico (1834-1851): importância da legislação de Mouzinho da Silveira e dos projetos setembrista e cabralista.

5. O legado do liberalismo na primeira metade do século XIX

5.1. O Estado como garante da ordem liberal; a secularização das instituições; o cidadão, ator político. O direito à propriedade e à livre iniciativa. Os limites da universalidade dos direitos humanos: a problemática da abolição da escravatura.

5.2. O romantismo, expressão da ideologia liberal: revalorização das raízes históricas das nacionalidades; exaltação da liberdade; a explosão do sentimento nas artes plásticas, na literatura e na música.

Módulo 6 – A civilização industrial – economia e sociedade; nacionalismos e choques imperialistas (Vol.3)

1. As transformações económicas na Europa e no Mundo

1.1.  A expansão da revolução industrial

Novos inventos e novas fontes de energia; a ligação ciência-técnica.

Concentração industrial e bancária; racionalização do trabalho.

1.2.  A geografia da industrialização

A hegemonia inglesa. A afirmação de novas potências; a permanência de formas de economia tradicional.

1.3.  A agudização das diferenças

A confiança nos mecanismos autorreguladores do mercado. As crises do capitalismo.

O mercado internacional e a divisão internacional do trabalho.

2. A sociedade industrial e urbana

2.1. A explosão populacional; a expansão urbana e o novo urbanismo; migrações internas e emigração.

2.2. Unidade e diversidade da sociedade oitocentista

A condição burguesa: proliferação do terciário e incremento das classes médias; valores e comportamentos.

A condição operária: salários e modos de vida. Associativismo e sindicalismo; as propostas socialistas de transformação revolucionária da sociedade.

3. Evolução democrática, nacionalismo e imperialismo

3.1. As transformações políticas

A evolução democrática do sistema representativo; os excluídos da democracia representativa.

As aspirações de liberdade nos Estados autoritários e os movimentos de unificação nacional.

3.2. Os afrontamentos imperialistas: o domínio da Europa sobre o Mundo.

4. Portugal, uma sociedade capitalista dependente

A Regeneração entre o livre-cambismo e o protecionismo (1850-80): o desenvolvimento de infraestruturas; a dinamização da atividade produtiva; a necessidade de capitais e os mecanismos da dependência.

Entre a depressão e a expansão (1880-1914): a crise financeira de 1880-90 e o surto industrial de final de século.

As transformações do regime político na viragem do século: os problemas da sociedade portuguesa e a contestação da monarquia; a solução republicana e parlamentar – a Primeira República.

5. Os caminhos da cultura

A confiança no progresso científico; avanço das ciências exatas e emergência das ciências sociais. A progressiva generalização do ensino público.

O interesse pela realidade social na literatura e nas artes – as novas correntes estéticas na viragem do século.

Portugal: o dinamismo cultural do último terço do século.

Esta entrada foi publicada em Uncategorized. ligação permanente.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s